Artigo

Discovery Channel Indie: A Evolução dos Macacos de Sheffield

Boa Noite. Macacos. Fama. Música. Guitarras. Um pote de gel. Tudo isso e muito mais no Discovery Channel Indie

Arctic Monkeys monkey hat

Hora de lembrar – ou apresentar – os primeiros passos dos macacos do ártico (ok, a Inglaterra é fria, mas nem tanto, galera) até chegar nos dias atuais. Prometemos ser rápidos, não vai demorar cinco blocos como nos programas de savana do Discovery Channel ou do Globo Repórter. Ok, já tô me alongando. Bora pro texto!

O ano era 2001 (sempre quis começar um texto assim).  O pequeno Alex tinha 15 anos e ganhava de Natal sua primeira guitarra (certeza que encheu o saco dos pais o ano inteiro, assim como nós fazíamos). Além dele, seu vizinho, e amigo, Jamie – da mesma idade – ganhava uma também, e se formava o embrião primata.

Os garotos começavam a ensaiar alguns acordes de músicas dos Strokes (que já tinham lançado o primeiro disco – alô Casablancas, tu tá velho, hein?), Libertines e Queens of the Stone Age. Daí, a vontade de formar uma banda era iminente.  Convocaram então o gordinho simpático e quietão Andy para o baixo, e Matt para a bateria – que assumiu as baquetas por falta de opção e à contra gosto

Formava-se o Arcti-… digo, Bang Bang – o primeiro nome da banda – que aliás não tinha Alex como vocalista e sim um tal de Glyn. O até então quinteto só fazia covers e foi só após a saída do vocalista que a banda começou a fazer seus sons próprios, agora com Alex na guitarra e microfone e com seu novo nome (agora sim) Arctic Monkeys. Começavam as  primeiras apresentações em bares ali de Sheffield e alguns fãs foram surgindo. Fãs esses que foram responsáveis por criar o MySpace (lembra disso?) da banda, colocando gravações ao vivo e fazendo CD’s caseiros. E tudo isso, sem que os quatro garotos soubessem. Com essa divulgação feita pelos fãs Daí foi rumo ao sucesso local, que chamou a atenção da Domino, que fechou contrato com a banda e lançou em 2005 o disco de estreia Whatever… (aquele nome grande – deu preguiça de escrever).

A banda assim saia para show ao redor desse planeta, mas sofria uma baixa. Andy saia da banda (arregou, mas sdds Andy) dando lugar para o outro gordinho (outro?), Nick O’Malley que se trancou no quarto pra aprender as músicas da banda para tocar na turnê dos EUA.

Bom, a partir daí, você já sabe. Sucesso de vendas em todos os seus discos, participações em vários festivais e programas de TV, algumas mudanças em seu som – principalmente no Humbug (onde viraram um  Josh Homme & Friends) e agora com AM, onde eles parecem ter largado o Toddynho.

O resultado é uma banda que parece ter amadurecido e isso pode ser visto com o descer da guitarra de Alex, que ficava quase que grudada no pescoço do menino e o fim dos cabelo “mamãe me penteie” para esse novo visual (se bem que tá meio poser, hein galero?). O quarteto vem mostrando uma boa evolução, se modificando aqui e ali, experimentando, mas ainda continuam sendo macacaos, e creio que esperamos que continuem assim.

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