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Volta ao Mundo com O Pasquindie – Destino: Suécia

Sem agenda nem itinerário, de vez em quando vamos escolher um país e dar uma olhada no que acontece de mais legal na música por lá. Vem com a gente!
(Sem agenda nem itinerário, de vez em quando vamos escolher um país e dar uma olhada no que acontece de mais legal na música por lá. Vem com a gente!)

Volta ao Mundo - Suécia

O que é frio, tem dez milhões de habitantes e uma CARALHASCA de banda boa? Você acertou se pensou na Suécia. Talvez seja algo na água, talvez seja o combo país rico+todo mundo fala inglês+coração aberto para influências dos EUA e do resto da Europa, o fato é que chega a impressionar a quantidade de música boa que a loirada produz e exporta para o mundo todo.

Do Pop/Disco do ABBA nos anos 70, passando pelo Hard Rock do Europe (The Final Coountdooooown!) na década de 80, chegando ao Pop Rock primeiro do Roxette, depois do The Cardigans, fica difícil encontrar alguém que não conheça pelo menos um sucesso do país. Sem falar nas incontáveis bandas de todos os tipos de Metal, do Hard Rock de gente como Backyard Babies e The Hellacopters, da mulherada de Crucified Barbara e Sahara Hotnights e dos incansáveis The Hives, que fizeram um dos melhores shows do Lollapalooza Brasil 2013.

Sem falar, é claro, nos Vikings:

Mas aqui n’O Pasquindie a conversa é outra, então preparei um listão de bandas/gente que têm um pé ou dois no indie, um ou outro folkzinho de deixar o coração mole, e uma surpresinha no final. #Partiu #Suécia

Talvez o nome mais conhecido da lista, Lykke Li vai logo de primeira. A moça tem uma voz incrível e músicas muito, muito boas mesmo. Seu segundo álbum, Wounded Rhymes, é nada menos que maravilhoso.

Nos últimos anos, principalmente depois do estouro do Mumford & Sons, muita gente passou a dar mais atenção à música Folk (seja a mais tradicional ou não), e com isso um apanhado relativamente grande de bandas e cantore(a)s (alguns deles que nunca viram barro, inclusive) ganharam espaço. Pra quem gosta e se interessa pelo estilo, vale muito a pena conhecer as irmãs do First Aid Kit e o fantástico The Tallest Man on Earth (de 1,70 m de altura e que tem música em comercial de carro). O cara é dono de uma combinação voz-violão poderosíssima, que deve lhe render incansáveis comparações com Bob Dylan. O vídeo abaixo é de um show do cara em Barcelona, e a moça que canta com ele é sua esposa, também cantora e que se apresenta com o nome Idiot Wind, dificultando muito as coisas para quem faz buscas na internet querendo achar algo que não seja a música do Dylan. Mas no youtube tem, então vai.

Outro nome sueco que também é um pouco mais conhecido, Peter, Bjorn & John nunca param de me deixar PERPLECTO quando lembro que é um trio. Na minha cabeça, sempre serão a dupla Peter Bjorn e John. Mas enfim. Não só de Young Folks vivem eles, e hoje em dia ouvimos os caras toda semana na abertura daquela série de tv da lindamaravilhosadariatudoporela Caroline e da lindamaravilhosadariatudoporelesela Max.

Chegando de vez à seção “Ah, tipo assim, Indie” da Suécia, uma banda que você pode não conhecer, mas com certeza já ouviu: The Perishers faz um Indie Rock suave, delicioso de escutar, que às vezes lembra o que há de melhor no Coldplay. Boa parte do fã-clube dos caras deve estar em Hollywood, porque músicas da banda já apareceram em séries como Veronica Mars, The O.C., One Three Hill, Grey’s Anatomy, entre muitas outras.

Também vale citar o The Radio Dept., que faz um Indie Pop/Dream Pop muito legal, o Cut City, que sem dúvida vai agradar os ouvidos que gostam de Interpol e Editors, e o Division of Laura Lee, cujo som é tão bom quanto o nome.

Aí tem o I’m From Barcelona, que 1) não é de Barcelona, é da Suécia, e 2) é uma banda de 29 membros. VINTE E NOVE! É tanta gente que eu desconfio que role até uma mini-crise econômica na cidade-natal dos caras, Jönköping, de pouco mais de 300 mil habitantes, quando eles saem por aí em turnê (pra Barcelona, talvez?)

E pra fechar, uma que pode ser inesperada pra alguns, mas que pode te render alguns pontos na escala Indie/Hipster na próxima reunião de amigos em casa. Lembra do Millencolin? Eu mal me lembrava até ontem, quando eles deram as caras em uma das nossas playlists. Pois bem, no começo da carreira as músicas da banda eram cantadas em sueco. E quantos dos seus amigos podem se gabar de ouvir uma banda em sueco, hein? Então dá o play aí e curte a bela trilha sonora dos skatistas de Örebro.

E é isso, chega de Suécia (nunca) por hoje! Lamarc, a Dancing Queen oficial d’O Pasquindie, acabou de me chamar pra tomar uma cerveja e eu vou nessa. Um abraço a todos e até a próxima parada dessa nossa [Bial]jornada louca[/Bial] pela música do mundo.

estocolmo

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