O Pasquindie na Cozinha

O Pasquindie na Cozinha: Café e rosquinhas do Interpol

Meio culinária, meio turismo

http://rd.io/x/QU2QdiJalzA

Não entendeu a relação comida/banda dessa semana? Vamo lá, pensa um pouco nos filmes de tira que você via tanto na Sessão da Tarde. Ainda não? Talvez esse clipe dos Beastie Boys ajude. Nada? Então, amigo, clica nesse link aqui que acho que você pode gostar.

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UM CATIORRO!

Só que é o seguinte: puta preguiça de ficar passando receita de rosquinha/doughnut/donut aqui, e se você não sabe fazer café, tá na hora de repensar um pouco a vida. Se quiser se aventurar na cozinha mesmo assim, pode clicar aqui (o link vai abrir em outra janela pra não cortar pela metade a Untitled lindinha que você deu play ali em cima).

Hoje, em vez da cozinha, nossa receita vai ser na rua, na chuva na fazenda ou numa casinha de sapê, na estrada, no céu. Porque daqui uns dias tem outro feriado prolongado e você bem que poderia viajar, não? Minha sugestão é ter os quatro discos do Interpol no celular, colocar os fones no ouvido e começar a jornada.

Primeiro, pegue um metrô que é um pornô até a região da Paulista (se você não é de São Paulo, adapte) e pare em um dos trezentos ~Starbas~ que tem por ali. Peça um Americano pra se sentir em Nova York e invente um nome para escreverem no copo – eu sempre me divirto com a cara da galera do caixa quando digo “Lava”. Eu me divirto com pouco.

http://rd.io/x/QU2QdiJdhtg

Siga viagem em direção à rodoviária ou aeroporto, dependendo do seu destino e forma de viagem favorita – dinheiro não deve ser problema, considerando que você tá tomando esse café caro pra cacete. Antes de embarcar, procure aquele já clássico quiosque que vende doughnuts, preenchendo sem muito glamour o vazio deixado pela Dunkin’ no Brasil. São várias as opções, incluindo os recheados de chocolate ou morango cobertos com açúcar que vai sujar sua cara inteira, Boston Cream, que é basicamente o creme de qualquer lugar, chocolate granulado e, com sorte, o granulado colorido do Homer.

Não se esqueça de pegar um livro para a viagem. Vale Henry Miller, Thomas Mann ou Nabokov, sugestões do Paul Banks. E aí é só embarcar, seja para o interior, seja para o litoral, talvez praticar mergulho com a Stella. A trilha sonora está garantida, Interpol serve pra tudo, se você tiver o coração aberto. Aproveite bastante, descanse, recarregue as energias e divirta-se, que o ano ainda é longo e o quinto disco dos nova-iorquinos ainda não tem data de lançamento.

Se não der pra viajar, paciência. Curte a Indie Party no dia 2 (estaremos lá). Se não for de São Paulo, vem pra cá. Tem balada, café hipster, donut gostoso e o pessoal do Pasquindie.

Interpol espera chamada para embarque em sala VIP

 

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