Artigo

Guia Pasquindie São Paulo – Ibotirama

Hora do sofisticadíssimo novo membro pasquindeiro - Pierre Dijón - analisar o famoso bar paulsitano Ibotirama.
Por Pierre Dijón

Olá caro leitor, cara leitora. Meu nome é Pierre Dijón e sou o mais novo escritor desse belo webiste o qual você está visitando. Antes de mais nada, vou me apresentar. Sou formado em gastronomia na Università Degli Studi Di Scienze Gastronomiche – localizada na província de Cuneo, na região do Piemonte, ao norte da terra da bota –  e fiz alguns cursos de enologia, barista, hotelaria e me especializei na faculdade de Oxford em ciências sociais aplicada a grandes metrópoles. Assim, com minha bagagem, os rapazes d’O Pasquindie convidaram-me para trazer um pouco da cultura da Xª arte, a gastronomia, e seus adjacentes prazeres como a vida noturna.

Vamos embarcar nessa gostosa jornada? Pois como dizia o grande enólogo Claude Le Freux, “não se recusa um bom convite e um bom gruyère” rsrsrsrsrs.

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Na estreia dessa deliciosa (literalmente rsrsrsrsrs) coluna, irei falar sobre um dos “points” da boa e velha boemia jovem da cidade de São Paulo. O bar Ibotirama.

Localizado na Rua Augusta de tantas glórias e de charme incomparável, o Ibotirama em minha análise não deixa a desejar quando comparado a lugares incríveis como o The Champagne Bar em New York e – um dos meus favoritos – o bar do hotel Ritz Paris.

Antenado no barroquismo e nessa coisa instigante que são os contrastes da vida líquida contemporânea, o bar Ibotirama é formado por três ambientes distintos em decoração, que eu, particularmente, chamo de “identidades cosmopolitas”. Se de um lado, com azulejos brancos o bar nos remete ao bom e velho botequim de saudosas conversas palatáveis da burguesia paulistana, do outro lado os elementos amadeirados passam uma sensação amistosa, de aconchego. E para completar essa tríade de sensações, temos o andar de cima, com uma luz mais amena e ainda com amadeirados, nos transportando para momentos de gostosas risadas em meio a uma boa mesa servida de boas bebidas e uns pormenores para agitarmos nossas papilas rsrsrsrs.

Fonte: http://santaigrejadaonifodencia.com/

Sobre as bebidas aliás, para um bom apreciador de cervejas, é um lugar indicado. Ainda mais pela expertise dos garçons, que sabem com primazia a escolha do receptáculo para a degustação. Weiss em copo de Weiss. Stout, em copo de Stout, claro. Essencial!

E para ajudar a distrair a boca, nada melhor que uns bons petiscos. Aqui, no Ibotirama, fritas com bacon – que para mim, são quase uma pancetta vide tamanha alegria que dá em nossas papilas gustativa – é a pedida! Provolone à milanesa (sdds Milão rsrsrsrs) monta essa dupla dinâmica que nos faz valer nem 10%, mas até mesmo 20% para o “chefe”, o “xará”, o “mestre” que nos atende rsrsrsrs.

Mas, como toda boemia tem hora para acabar – uma pena rsrsrsrs – o bar não adentra a escura e íntima madrugada paulistana. Aliás, deixe-me indo, pois estou aqui escrevendo esse textos enquanto repouso pois sob uma cadeira deste bar que me tem como parte do corpo rsrrs. Um brinde, amigos!

 

Nota: 3-5

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