Resenhas

[Resenha] Converse Rubber Tracks Live Brasil: Dia 5

ACABOU, É TETRA É TETRA
Fonte: Converse – Instagram

EEEITA, mas que bela temporada, meus amigos! Foram shows looooucos, teto caído, entre outras tantas emoções proporcionadas pela primeira edição do Converse Rubber Tracks Live Brasil, que rolou no Cine Jóia pela modesta quantia de zero realidades. Portanto, nada melhor que acompanhar o último dia do festival, com um line-up composto por bandas que eu continuo não fazendo a menor ideia de quem são na fila do pão!

Sim, meus amigos. Como vocês podem perceber pelo meu histórico nesse belo saite, não manjo nada desses sons pesados, que caracterizaram o último dia do eclético Converse. Mas a vida tá aí pra ser vivida, experimentada, curtida e descoberta, não é mesmo?

Com a casa cheia, quem abriu a noite foram os caras do magüeRbeS, banda brasileira de grafia complicada e um tanto quanto desnê. A banda estava animada no palco, já o público, nem tanto. Rolou dancinha e umas cabeças mexendo e tals… E só.

Depois, foi a vez do DLC (Dead Little Chicken) mostrar a que veio. Os barbudões fizeram um show curto, aquele clássico de bandas de abertura, mas cheio de energia. O foco da banda foi a divulgação do último single do grupo, Nenhum Passo Para Trás, que eu achei uma fofura, gente! Toda uma letra bonita, galgada na dedicação e busca, coisas boas, mas um som todo de pedrada, né. ***emossaum***

O negócio começou a ficar bom quando The Sword, do Texas, deu as caras. As dez músicas (ou algo por aí) tocadas no show foram o suficiente pro Cine Jóia ir abaixo e a galera ficar muito doida. Era air guitar e hipster batendo cabelo loucamente. Pelo que minha apuração googlesca apontou, foi a primeira apresentação do The Sword no Brasil.

Para fechar a noite, foi a vez do Clutch, lá pela 1h – foda-se que hoje é segunda-feira e não tem metrô pra ir embora, né. Mas os fãs, que os viam em solo brasileiro pela primeira vez, pareciam não se importar com o horário. O show foi pesadíssimo e misturou músicas de diferentes fases da banda, formada em 1990 nos Estados Unidos e que tem uns bons álbuns nas costa tudo. Rolou até cover de Rush (vai pesquisar quem é Rush, seu hipster!). Foi pura alegria pros americanos, que falaram que demoraram “24 anos para chegar aqui, mas antes tarde do que nunca”, nas palavras do vocalista Neil Fallon. Relaxa, brother, porque de procrastinação a gente entende. :)

Créditos da imagem: @converse. Não temos mais imagens desse dia porque nosso cão, Mathias, comeu a máquina aqui na redação. Vlw flws

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5 comentários

  1. Eu acho muito ignorante da sua parte fazer uma resenha sobre um assunto que você mesma disse que não entende nada, sem um pingo de humildade e sem o mínimo de pesquisa. Espero que você vá estudar e procure escrever pelo menos sem gírias imbecis. Lamentável ler um texto ridículo, vazio, mal escrito e escroto como o seu. VÁ ESTUDAR ANTES DE FALAR MERDA.

  2. Legs Mcneil uma vez disse a seguinte frase em uma entrevista algum tempo atras e acho que ela representa muito bem essa matéria:
    “The problem with most music writers is that they get assignments that they don’t want to write.”

  3. Bem besta tentar ridicularizar bandas que tão aí fazendo os corres sozinhos né… Mas só indico uma coisa: monte uma banda e faça metade do que esses caras fizeram ou ainda fazem, não vai aguentar o primeiro ano…
    Mas tá limpo, quem sabe na próxima te dão uma matéria de algo que tu saque.

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