Artigo

Volta ao Mundo com O Pasquindie – Destino: Malta

Sem agenda nem itinerário, de vez em quando vamos escolher um país e dar uma olhada no que acontece de mais legal na música por lá. Vem com a gente!

Volta ao Mundo - Malta

“Kif int, ħbieb?”

É assim que os lindos malteses nos perguntariam como estamos (e estamos divinos, como de costume). Nosso destino musical de hoje é o arquipélago de Malta, um dos menores países do mundo, situado entre a Itália e a Tunísia, e que tem pouco mais de 450 mil habitantes distribuídos entre três ilhas maiores e outras varias ilhotas ao redor. É o menor país a ter uma língua oficial registrada na União Europeia – o maltês – apesar de toda sua população falar o inglês fluentemente (pois o país foi uma colônia inglesa por um tempo). Mas chega de blá-blá-blá e vamos ao que interessa.

Fui visitar Malta para fazer esta matéria e do alto do meu salto loubotin assisti a ótimas apresentações, e vi homensbandas incríveis, que vocês podem conferir agora:

• Chasing Pandora 

Esta banda seria uma versão maltesa de She & Him? Fica a reflexão pra vocês, rs. Melissa Portelli e Keith Anthony são os membros desta dupla que conseguiu até emplacar alguns hits no país vizinho, Itália. Eles têm dois álbuns lançados (“Mocking The Mockingbird” e “The Driver and The Dancer“). Minha sugestão é ouvir isso quando estiver sem sono, pois essa música tem princípios ativos de tranquilizantes:

• Bitterside

Apesar de estarem ~~em hiato~~ desde 2010, dizem que a banda ainda existe. Antes um quarteto, atualmente um trio, o Bitterside é dono de um som bem característico. Chega a lembrar Jet e The Vines em alguns momentos – até que eles são bacaninhas:

• Stalko

Apesar do nome que implora por uma piadinha com aquele(a) seu/sua namorado(a) stalker doentio, essa banda não influencia tais atitudes. Aliás, essa banda poderia substituir aqueles malas do Mumford and Sons. Um folk de primeira, tocado ao máximo de primor, com um álbum relativamente recente (o seu début, “Grandiloquence“, é de 2012 e a banda surgiu em 2009). Uma banda realmente surpreendente em questão de qualidade musical:

• Etnika

O Etnika é um quarteto que toca música nativa maltesa, mesclando instrumentos tradicionais (como o żaqq, uma espécie de instrumento de sopro que é inclusive o instrumento característico do país) e a música nativa com influências externas. Pra vocês terem noção, alguns integrantes deste grupo foram os responsáveis por evitar a extinção do instrumento do país. Eles cantam em maltês (portanto, é bem provável que você não entenda nenhuma palavra cantada por eles, rs), mas o som é muito agradável:

• Beangrowers

Essa banda eu já conhecia há um tempinho, de umas andadas virtuais que dei por aí, e foi amor à primeira ouvida. Um trio que se conheceu tocando numa das igrejas de St. Julian, uma das cidades mais agitadas do arquipélago, se juntou pra tocar pra valer e isso já rendeu quatro álbuns – um melhor que o outro DIGA-SE DE PASSAGEM. Alison Galea, Ian Schranz e Mark Sansone formam a banda que já tocou em festivais de maior visibilidade, como o texano SXSW. Atualmente estão naquele hiato preguiçoso, fazendo um show ali e outro aqui, enquanto dois terços da banda divulgam seu projeto paralelo, o “The Shh” (que também é muito bacana de se ouvir, procure pela internet qualquer hora):

Malta é um país incrível que une muita coisa tradicional deles ao que existe de moderno no mundo. Pra quem gosta de agito (assim como euzinha), vale só a viagem pra conhecer o lugar, porque, apesar de pequeno, é tudo muito lindo divino maravilhoso.

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