O Pasquindie Responde

O Pasquindie Responde: Edição Especial Julian Casablancas + The Voidz

Nosso comentário sobre a nova faixa do menino Juliano gerou uma polêmica e agora vamos analisar os melhores comentários do post

julian-casablancas

É bem verdade que a gente gosta de uma zuera e que a gente vai brincar com tudo e com todos. Não importa se é um banda nova e com três seguidores ou se é um cara já “cultuado” por seus inúmeros seguidores. Como rolou uma polemicazinha básica e um monte de gente ficou EM POLVO ROSA com o teor da publicação em que comentamos o novo single de Juju Casablancas e seu The Voidz, vamos aqui coletar todos vossos comentários e recomentá-los dando nosso parecer novamente sobre a tal música – que ainda continuamos achando ruim.

¯\_(ツ)_/¯
¯\_(ツ)_/¯

Escuta a faixa aí enquanto tudo isso acontece E OLHO NO LANCE!

Viviane.: Que absurdo.

O Pasquindie Responde: Absurdo? Acho não Vivi. Posso te chamar de Vivi? Enfim. A faixa por mais conceitual que seja, não se blinda de ser ruim. Se fosse pra ouvir música feita à base de ruído ou qualquer outro tipo de experimentação, pegaria um Scott Walker, The Knife ou Swans. Juro que não é preconceito. Só é ruim mesmo. 

LK: “(ruim)” ta

OPR: Tá mesmo. PRÓXIMO!

lucas: A música é ótima

OPR: Então, Lucas, o que seria azul se todo mundo gostasse só do vermelho, não é? 

Amanda: Nossa, que resenha bosta. Ao contrário da música, que é genial.

OPR: Para aí, Amanda. Chamar nossa resenha de bosta é compreensível, aceitável e até concordo com você, mas chamar essa música de genial é forçar a barra demais. Assim você perde toda a credibilidade da primeira parte da sua resposta. 
GENIAL NÃO!!!!
GENIAL NÃO!!!!

Jack: Música puta foda. Post de merda o seu, escreve como se ainda não tivesse saído do segundo grau, virjão e apadrinhado com o lixo indie do dia a dia. hu3hu3

OPR: Em primeiro lugar, Jaque, nós ainda não saímos do segundo grau mesmo. Em segundo grau, digo lugar, HU3HU3?????

toinissom: fera, desiste dessa vida e vai escutar de novo a musica, mas sem um conceito formado anteriormente

OPR: Escutei a música de novo e é TÃO RUIM que eu quase desisti da vida mesmo. Ainda bem que o suicídio com estilingue é uma prática difícil.

Leonardo: Na boa é bem verdade Que “The Strokes” não é mais o que foi porém continua no minimo bom; respeito seu ponto de vista mais tem coisas que mesmo ruins são ótimas(só que não, porque de fato é Otimo!) A trolagem que é esta matéria sim é que é muito ruim, Agora acho você deve se tratar porque o som de 11 minutos é tão bom que é rápido! Mas o motivo de chorar e de se suicidar não é a musica deve ser depressão,arte e entendimento não é para qualquer um!Vai se tratar!

OPR: Obrigado pela preocupação, Leonardo. Só na entendi como os 11 minutos passam rápido. Entendo todo conceito de relatividade do tempo, mas sei lá né. Enfim, quanto a trolagem ser ruim, pode deixar que na próxima a gente melhora e vai trolar ainda mais. 

Evandro Freitas Valentine: ruim é vc cagando pela boca… vai dormir filho e.e

OPR: WAAAAAKE ME UP WHEN SEPTEMBER EEEEENDS!

Raphael R. Alves: JULIAN CASABLANCAS NÃO É STROKES CARALHO, QUER OUVIR STROKES VAI OUVIR LAST NITE E SE ACHAR ALTERNATIVO PORRA, O CARA CRIOU SEU PROJETO SOLO EXATAMENTE PRA FAZER UMA COISA DIFERENTE, RIDICULO VIR FALAR MERDA ASSIM, ATÉ PORQUE MUSICA TEM QUE TER 3 MINUTOS E REPETIR UM REFRÃO CANSATIVO 30 VEZES NÉ? TA CERTO

OPR: the-strokes-julian-casablancas_200s

Rodrigo Guerreiro: trabalho conceitual é assim mesmo, quem gosta da obra do cara consegue entender o senso criativo da produção e as escolhas sonoras, agora aqueles que só conhecem as top 10 nunca vão enxergar com tal sensibilidade, e inevitavelmente seguir opiniões de alguém que talvez achem saber mais que eles ou tem influência no meio que estão inseridos.

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p style=”text-align:justify;”>OPR: Não seria o contrário? Quem de fato consegue entender o senso criativo da produção e as escolhas sonoras vai gostar da obra do cara, e quem não enxerga com essa sensibilidade e segue opiniões dos outros acaba gostando e conhecendo só as top 10? Pense nisso!

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um comentário

  1. Por mais que eu não concorde, acho aceitável. Creio que cada um tem o seu gosto, por mais que sejam diferentes, não tenho direito algum de opinar sobre o teu, assim como também não tens direito de opinar sobre o meu gosto.

    Como já dizia o Julian, ”We’re not enemies. We just disagree.”

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