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5 grandes retornos (ou nem tanto) da história – só porque O Pasquindie voltou

Pra todo mundo que pirou com o retorno d'O Pasquindie (3 pessoas até o momento), outros ótimos retornos (ou nem tanto) da história

Em 2015 O Pasquindie voltou com tudo. Ok que mal passamos do dia 10 de janeiro e, considerando nosso histórico, não será novidade nenhuma se em fevereiro já não estivermos postando mais nada – mas não é esse o plano! Começamos o ano descendo, subindo, empinando e rebolando na Funhouse e reformulando todo o site, não só no visual, mas também no conteúdo. Se vai dar certo ou não, só o tempo dirá. Enquanto isso, podemos nos inspirar em, ou aprender com, alguns grandes (ou não) retornos que já vimos por aí.

Melhor retorno!

THIERRY HENRY VOLTA AO ARSENAL

Uma das coisas mais legais que você vai ver. O atacante francês é uma verdadeira lenda do Arsenal Football Club, de Londres. Maior artilheiro da história do time, com 228 gols, Henry atuou pelo clube inglês de 1997 a 2007, e ganhou de tudo. Tornou-se um dos maiores ídolos do clube; em 2008, foi eleito pelos torcedores o maior jogador da história do Arsenal, e tem até estátua no estádio do time. Aí ele foi embora. Coisas da vida. Henry foi jogar no Barcelona, onde passou uns anos, e depois foi para o New York Red Bulls. Em 2012, voltou ao Arsenal por empréstimo, durante apenas dois meses, e seu retorno não poderia ser melhor. Coisa de cinema. Nem Nick Hornby (que provavelmente estava lá) imaginaria algo assim. Três dias depois de ser apresentado, Henry reestreou contra o Leeds, pela Copa da Inglaterra. Jogo no estádio do Arsenal, lotado. Henry entrou em campo aos 22 minutos do segundo tempo e, 11 minutos depois, aconteceu (vídeo abaixo). Um argumento e tanto para a tese de que o futebol é a melhor invenção do ser humano (é).

GUNS N’ ROSES

Polemiquinho! Ou nem tanto. Mas é um retorno pra se analisar de dois pontos de vista diferentes. Em 2008, o GN’R finalmente lançou Chinese Democracy, o álbum mais adiado da história (deve ser). Antes disso, já vinha fazendo alguns shows esporádicos desde 2001. O disco não chega aos pés de nada lançado pela banda entre 1986 e 1993, e o ~novo Guns~ nunca passou nem perto de ter o tamanho e a importância que a banda tinha lá atrás. Epic fail? Talvez.

Por outro lado, Axl Rose e cia. não voltaram para o limbo musical: vira e mexe rola um show ou uma turnezinha, com o que Axl pode continuar seu grande projeto de vida: comer todos os burritos do mundo. Não é exatamente um triunfo, mas é o bastante para que o segundo tecladista (!!!) da banda possa dar entrevistas no melhor estilo “muitos duvidaram mas nós mostramos que somos capazes e conquistamos os três pontos” na saída de um show. (Entrevistas hipotéticas, quem é O Pasquindie que iria querer entrevistar esse cara?)

MICHAEL SCOTT EM THE OFFICE

Dizem que eu tenho que colocar um ~Spoiler Alert~ aqui, mas na boa, a parada aconteceu em maio de 2013, o mundo não gira em torno da desinformação de ninguém. Imagina só você falar com alguém sobre o 7 a 1, ou o suicídio de Hitler, e o maluco ficar todo ofendidinho, “Porra, olha o spoiler! Eu to lendo um livro sobre a Copa do Mundo/Segunda Guerra!” (a Alemanha melhorou ao longo dos anos, hein?) Puta que pariu, caralho!

Ok, passou. Enfim. Michael Scott (Steve Carell) deixou The Office na sétima temporada da série, que seguiu em frente para mais duas. Mas no episódio final Michael volta, estando presente no casamento de Dwight. Sua entrada certamente nos deixou com um sorriso no rosto e lágrimas nos olhos (that’s what she said). Best prank ever.

DIA DO FICO

Que inclusive fez aniversário semana passada mas C E R T A S  P E S S O A S nem lembraram. Um grande não-retorno da nossa história. Em vez de obedecer papai e voltar para Portugal, o príncipe Pedro resolveu ficar pelo Brasil mesmo, que a nação lusitana naquela época já andava meio enfiada em crise e o Brasil era uma grande terra de oportunidades, o país do futuro, isso e aquilo. Uns meses depois, o próprio Pedro declarou a independência brasileira e virou Imperador! Num movimento que sem dúvida foi ótimo para ele, mas que há quem diga que não foi tão bom para o Brasil.

O RETORNO DE JEDI

Sei lá, deve ser bom, porque vocês falam tanto e piram e noooossa. Mas a verdade é que eu não-dou-a-mínima pra Star Wars.

Não gosto, Vader. Deal with it!
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