Artigo

O mexidão Pop de Scott Pilgrim Contra o Mundo

Muito da Cultura Pop em um dos """""Clássicos"""""" modernos

Sabe aqueles filmes “amo” ou “odeio”? Assim como qualquer outro filme com Michael Cera, Scott Pilgrim Contra o Mundo é assim. Nunca vi ninguém que cagado tenha se mostrado indiferente para ele.

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Particularmente, eu gosto bastante do filme. Ele tem uma linguagem que tenta unir diversas mídias em um só produto, quase como um monte de vegetais no Faster Juicer Walita, você não sabe mais o que é o que, mas ainda assim fica boa a parada. Tem muito dos quadrinhos (de onde originalmente a história saiu), video game, música e diversos outros “clichês” da cultura Pop. E acho que é isso que o faz tão legal: os clichês. É aquele tipo de coisa que você reconhece e pesca as referências mesmo não sabendo exatamente de onde vem.

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A história todo mundo já sabe e se você nunca viu o filme, logo abaixo está o trailer que resume bem a história, mais um clichê cinamatográfico. Não se importando em nada em ser realista, o longa se desenrola em uma narrativa acelerada e que bebe dessas outras mídias, seja com a pontuação dos games quando Scott mata algum inimigo, os personagens caricatos e algumas vezes estereotipados ou com os cortes de câmera feito no estilo dos quadrinhos.

A música tem um papel fundamental no filme, não só por criar o clima em alguns momentos, mas também por como seus personagens membros de uma banda, Sex Bob-Omb. Fora outros que aparecem na competição de bandas do filme. Rola um pouco daquele sentimento Indie de “a banda se vendeu” com o grupo capitaneado pela ex de Scott. E o tal Indie aparece como plano de fundo para tantas outras coisas, seja pelos cartazes de shows e camisetas de nomes hipsters ou mesmo com os estiriótipos de uma banda dos AmIGos EmUXiNHos (Crash and the Boys) ou dos bangers japas da música eletrônica do batidão do dragão samurai.

Ah, vale a pena lambrar que a trilha foi composta por um cara aí, desconhecido, chamado BECK. E que gente como Broken Social Scene também está envolvido no projeto. Só gente ruim! Sem contar atores como Kieran Culkin (irmão do molque que fez esqueceram de mim), Anna Kendrick e Aubrey Plaza. Se ainda não assistiu, confia no tio e dá o play. Acho que tem no Netflix, então não precisa baixar pirata e tudo mais.

Assista. Prometo que não vai acabar o filme com você tendo vontade de socar a cabeça no poste.

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