Artigo

Por que na Internet só existe Fanboys ou Haters?

Falamos um pouco deste fenômeno que toma conta da nossa amada Rede Mundial de Computadores

Ah, a Internet. Essa janela para o mundo do conhecer, rede mundial de computadores, portal para a iluminação do saber humano, reino impávido dos zeros e uns, átomos transformados em bits, principado de Tim Berners-Lee, pináculo do conhecimento, depósito da cultura, armazém da sabedoria, esse celeiro da erudição da pessoa humana [Comentário do Editor: este parágrafo se estendia por mais de 10 linhas, mas resolvi parar por aqui essa putaria].

Nela, acontece um fenômeno que venho percebendo há tempos, mas que comecei a vivenciar e pude comprovar somente a partir dessa empreitada pelo mundo internético através deste website. Ela, a Internet, é habitada por basicamente dois tipos de pessoas: o “Hater” e o “Fanboy”.

O “Hater” é aquele ser que odeia pelo simples prazer de odiar e de dizer que não compactua com aquilo que está em voga entre os mais diversos séquitos da sociedade. Se algo é minimamente popular ou difundido entre as classes mais baixas do saber, entre os dalits culturais, aquilo se torna imediatamente alvo do “haterismo” de “Hater”.

Por outro lado, há também o “Fanboy”, aquele de defende com unhas e dentes seu objeto de fanatismo. Esse grupo de usuários não tem um gosto padronizado, o que os une em uma mesma categoria é o afinco com que protegem seus gostos de tudo e de todos que sejam contra, blindam aquilo com todas suas forças. Muitas vezes, o objeto adorado pelo “Fanboy” é o odiado pelo “Hater”, o que pode gerar certo Apartheid digital.

Nessa análise dicotômica da Web, pude perceber que há só dois tipos de pessoas nos mais variados campos e endereços desta vastidão binária, desse mundão (não tão velho) cheio de porteiras, protocolos e travas de segurança. Os perfis desses seres são, de certa forma, os dois lados de uma mesma moeda, yin e yang, macho e fêmea [Nota do Editor: essa enrolação seguia por mais um tempão de novo].

Na Web, se manifestam aqueles ou muito a favor do assunto apresentado ou completamente contra, nunca aquele que não se sentiu tocado de alguma forma com o conteúdo. Há, no comentador, a necessidade da experiência extraordinária, seja para o bem ou para mal. Tem de se criar no internauta uma sensação incrivelmente ruim ou maravilhosamente boa para que o mesmo se engaje em deixar seu escólio, ponderação ou análise sob assunto discorrido durante o texto.

Sendo assim… [Nota do Editor: havia mais uns três parágrafos da mais pura enrolação, então, resumindo toda essa lenga lenga, só comentam nos posts aqueles que tiveram experiências ótimas ou lamentáveis, ninguém vai comentar algo que seja mais ou menos, e é por isso a impressão que vivemos rodeados de haters ou fanboys.

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