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Hypes recentes que já morreram (ou foram “matadas”)

Don't believe the hype!

Hype: do milenialnês “algo que chega a galera se mata da usar, comprar, falar, ouvir e daí passa um tempo e some do mapa e se bobear pouco tempo depois te olham torto se você ainda continuar nele”.

E como surge o hype, como surge a tal “novidade”? Bom, “O novo não está no que é dito, mas no acontecimento de sua volta.“

CITEI FOCAULT!!!!!

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Coff, coff. Desculpem a exitação. Pois bem, o hype chega mas uma hora morre. E bom, quase sempre só notamos que ele morreu um bom tempo depois com a famosa “Nossa, lembra que…”.

Resolvemos então juntar 5 hypes recentes e que também bateram as botas há pouco tempo.

CHEGA JUNTO, CONSAGRADO(A)!

Pokémon GO

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Se hoje em dia, segundo o Data Pasquindie, 80% das pessoas andam de cabeça baixa mexendo no celular na rua, a partir do meio pro final de 2016 esses número aumentaram e muito por causa do jogo do Pokémon GO. Além disso, os parques vivam cheios e as pessoas começaram a interagir. Olha só! Pra curitibano essa deva ter sido difícil, hein?

Porém, os modelos de captura e de batalha não agradaram muito, fora que bom, enjoou também e mesmo o jogo lá vivo, com atualizações e inclusões de novos pokémons nobody yes door mais.

rip.png Tempo de vida: até começar o calor infernal do verão e você não querer sair andando no sol quente.

Poke

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Não, não digitei o início de Pokémon por que estou bêbado (talvez de sono, pois já são quase 23h30). Digitei certo. Estou falando de Poke aquele temaki califórnia que vem num pote, saca? Uns peixes com toque havaiano (e que fala ser havaiano e não vai abacaxi!)

Quiosques e restaurantes de shopping começaram a surgir e até tinha um movimento no começo. Era prático e refrescante mas com o hype acabou aumentando e diminuindo a porção e então viram que se era pra comer aquilo e custar mais caro era melhor comer logo um temaki que tava caro também. É, vendo bem também não fez muito sentido mas ok.

rip.png Tempo de vida: 5 almoços com a galera da firma.

Revival da pochete

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Brega sempre foi, mas daí virou cool ser brega. Pffff. Ok, né?

Um acessório que sempre foi de tiozão e que é bem feio começou a virar fashion novamente. Até virou brinde no Lollapalooza de 2016(?) dado por uma marca de veículo (que não patrocinou então não vou falar o nome) com versões cheias de cores berrantes. E teve até marcahyper blaster trendzeiras meo, que tem nome de salgado de boteco, adicionando na sua coleção a módicos R$120.

Acho que finalmente viram que era feio e que também estava ficando caro e mataram a pochete novamente.

rip.png Tempo de vida: até seu tio apontar pra sua e dizer que tinha achado legal.

Carregador portátil

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“Ele segura o dia todo sim! Quanto tá? Te faço por R$10!”

Ok que teve um boom dos carregadores para jogadores de Pokémon GO, mas muita gente acabou tendo esse acessório saltado aos olhos em TUDO que é lugar, e quando digo TUDO é TUDO mesmo: loja de doces, banda de jornal, supermercado, “shopping trem”, etc.

Muita gente comprou pra usar no dia a dia pois pensou “poxa, vai ser bem útil pois não tenho tempo de carregar meu celular”! Porém usaram umas 2 vezes e, como a maioria comprou os falseta de R$10 logo ficou desgraçado de bravo pois aquilo nem carregava nada e logo parou de usar.

rip.png Tempo de vida: dura umas 2h no máximo. _____________________Ah, você tá falando do hype? Ah, só um pouco mais do que isso mesmo.

Sense 8

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Foi incrível como em 2015 a cada 10 palavras uma era Sense 8. (e nessa frase também :D)

Irmãs Wachowski dirigindo, locações ao redor do mundo, trama misteriosa, gente bonita e tal e a série foi um sucesso. É, só que foi um sucesso naquele ímpeto de primeiro contato e maravilhamento. Principalmente visual. Porém o roteiro nada de andar. Só ficava nas pegações e explicações rasas da trama.

Eu esperando o desenrolar do roteiro de Sense8

Mas ok, demos uma nova chance pra segunda temporada e… idem. Nada acontece feijoada. O hype até diminui e muitos viram que daquele mato não ia sair coelho nenhum. Netflix cancela a série e a galera volta em polvo rosa querendo o descancelamento. Daí a Netflix manda um ultimato: “um episódio só e trate de encerrar esse troço aí”. Mal feito vai ficar mesmo por que remendar com um episódio só não dá, mas pelo menos vai ter um ponto final. Já é algo.

rip.png Tempo de vida: 24 episódios via ceifadora Netflix.

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